Economia é a maior preocupação das pessoas durante crise da Covid-19

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A grande parte da população tem se preocupado com a economia diante crise da Covid-19, de acordo com o estudo realizado pela Truth Central, centro de inteligência do McCann Worldgroup, 48% das pessoas têm se questionado sobre esse assunto.

O estudo foi realizado em 14 países e o levantamento aponta que o medo relacionado à economia supera o medo da perda de vidas, que é o principal temor para 43% dos entrevistados. 32% estão preocupados que o grupo de risco seja isolado; seguido por 21% que temem perder o emprego ou enfrentar dificuldades financeiras; 28% se preocupam com a falta de suprimentos; e 14% temem que as pessoas se tornem mais racistas quando a pandemia acabar.

A lista de países mais apreensivos a respeito dos impactos econômicos são: EUA (56%), Canadá (54%) e o Japão (54%). Os mais preocupados com quadro de morte são: Argentina (53%) e Reino Unido (52%).

A pesquisa também aponta a extrema falta de confiança para/com o governo quando se trata de preparo para lidar com o vírus, onde apenas 14% dos respondentes acreditam que o governo está preparado. Os países onde o índice de confiança é menor são: Japão (5%) e Reino Unido (6%), onde mais da metade das pessoas (61%) concordam que são responsáveis pela própria segurança e 31% acreditam que as instituições têm o dever de mantê-las seguras.

Diante dessas preocupações, 90% dos entrevistados conseguem enxergar um lado positivo associado à pandemia: 54% das pessoas afirma que a sociedade passará a considerar o que realmente importa na vida, enquanto 39% dizem que passarão mais tempo com a família.

A insegurança no emprego é indispensável no resultado dessa pesquisa, onde apenas 18% das pessoas consultadas acreditam que seu empregador está agindo de acordo com o que é melhor para seus funcionários. Quem assume a frente nesses resultados é o Japão, com 35% dos entrevistados preocupados com a perda de seus empregos, seguido por Canadá (29%) e Alemanha (27%).

Para os jovens a maior preocupação é a perda de emprego e a dificuldade financeira. Nos EUA, 39% dos jovens com idade entre 25 e 34 anos temem perder seus empregos ou sofrer impactos financeiros em comparação com 12% dos mais velhos (45 a 54).

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